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Aliens no Planeta Orthos: Pronomes

Autoria:
Marcio Gil de Almeida
Pedagogo e Teólogo



Depois de muito tempo, no Planeta Orthos, os cidadãos perceberam que as muitas conquistas, como: uma nova constituição planetária, sendo esta a Gramática, para a organização da sociedade; com a aceitação e oficialização dos artigos e dos substantivos, notou-se que a sociedade entrou novamente em uma grave crise. Uma sociedade apenas com Artigos e Substantivos não era suficiente. Os  substantivos estavam sobrecarregados e a comunicação estava prejudicada. Devido esta situação foi convocada uma Assembleia Extraordinária com todos os habitantes do planeta Orthos. Enquanto ocorria a grande Assembleia, foi a mesma interrompida por uma notícia chocante.

O planeta Orthos, em todos os seus noticiários estava sendo repetida a notícia que dois meteoros estariam chocando com  o planeta. Foi um verdadeiro desespero, o primeiro a chocar com o planeta causaria pequenos estragos, mas o segundo significa a morte do planeta. Ao chegar o grande dia, todos se reuniram para esperarem o fim do mundo. O primeiro meteoro caiu e trouxe o seu estrago, o segundo, para surpresa de muitos, por erro dos cientistas, não era um meteoro, era uma espaçonave muito esquisita no formato de “P”. Esta pousou no planeta e todos ficaram esperando pra ver o que sairia desta grande espaçonave.

O povo do Planeta Orthos ficou cinco dias no suspense para descobrir o que ou quem estaria naquela espaçonave. As portas se abriram e todos viram, os Aliens, novos seres pequeninos, desconhecidos e misteriosos. Foram bem recebidos, mas ninguém os entendiam. De sorte que o governo os isolou em um lugar para com ajuda de cientistas pudessem entendê-los, fazê-los compreender os habitantes do planeta Orthos e fazê-los serem incluídos na sociedade. Os cientistas  chamaram os Aliens pela palavra construída de iniciais dos vários grupos que eram formados,assim foi I.I.D.P.P.R.T.( Interrogativos, Indefinidos, Pessoais, Possessivos, Demonstrativos, Relativos e Tratamento).

Aos poucos os habitantes do Planetas Orthos voltaram para suas rotinas e puderam reiniciar a Grande Assembleia. Nela a palavra Sabedoria, disse:

-Senhores, é sabidos que os Alines I.I.D.P.P.R.T. possuem características que combinam com a necessidade em substituir e acompanhar o substantivo para que possamos melhorar a funcionalidade planetária.

-Esta é uma opção clara para nós e sugiro que votemos para a inclusão dos novos seres em nossa Constituição Planetária (Gramática), afirmou a palavra Coragem.

-Inicia-se, imediatamente a votação, gritou a palavra Apressada. Então, os Aliens I.I.D.P.P.R.T. foram aceitos e engajados em todo planeta.Mas, uma questão foi levantada. O nome I.I.D.P.P.R.T. foi considerado muito complicado. Daí surgiu a ideia: se funcionam PRO, “à frente e pra” o substantivo(nome), nada mais normal que simplificar como “Pronome”. E assim ficou consagrado os Aliens como seres naturalizados e nomeados como Pronomes.

Os Pronomes foram enviados do planeta Orthos para o planeta Terra. Eles
 estão abundantemente presentes e constantes em nosso planeta. São agitados e não deixaram de nos mandar uma mensagem:

“Não importa o seu tamanho, o seu poder e quem você é. Nós somos pequenos, muitos e diversos,. Ainda que você não queira, vamos te acompanhar e se fizerem pouca caso de nós, vamos te substituir.”



Esta  estoria faz parte de um conjunto de outras que aos poucos estou desenvolvendo categorizando como gramatica em fábulas, tais como:


Origem do Texto - Parte I
Orthos - Um Planeta Sem Nomes
O Artigo


A Lenda da Caixa Mágica



 
Há dez milhões de anos atrás, seres misteriosos inventaram uma Caixa Mágica. Ela tinha o poder de manipular, hipnotizar e tirar o que se tem de mais valioso. Aqueles seres desapareceram misteriosamente, mas a Caixa Mágica fora escondida numa caverna. Passado muitos séculos uma coruja a descobriu. Ela apertou vários botões até compreender o seu funcionamento, mas o que lhe mais chamou atenção foi a vara mágica que a fazia funcionar de longe. A coruja muito sábia desenvolveu uma nova mágica que poderia inserir uma programação lucrativa. Todos conheciam aquela coruja chamada de Manipuladora. Para isso resolveu que deveria multiplicar a Caixa Mágica em numero infinito e espalhá-las por todo Reino das Corujas. A sua visão era ampla pois decidira levar para outros reinos, como por exemplo, o Reino dos Burros.

A coruja Manipuladora reconhecia que as suas irmãs corujas eram inteligentes, contudo a Caixa Mágica cumpriria o seu propósito de trazer lucro para o seu possuidor da Rede de Caixas Mágicas e entretenimento para as clientes. A novidade trouxe grande alvoroço e quem não a possuía, ficava com um déficit no seu Status Quo. Todos ficaram felizes com novidade. Entretanto, o Ministério da Saúde das aves detectou, que muitas corujas estavam ficando doentes. Poucas voavam, muitas estavam deprimidas, obesas e até o cérebro estava diminuído de tamanho. Várias crises no Reino das Corujas se instalaram em todas as áreas e a área mais atingida foi a da família. A caixa mágica manipulava as corujas para uma vida sem o principal que era a liberdade de pensamento e de expressão. Com o tempo a Caixa Mágica instalou hipnoticamente muralhas viciantes e mentais que tiveram a visão da vida de 100% para 10% de alcance. A audiência era o mal a ser alcançado. Uma verdadeira doença, um vírus. A clientela não percebia que as tornava massa de manipulação. As coisas principais, já não eram principais, as coisas insignificante e e repugnantes se tornaram as principais... a mágica aconteceu: as corujas não conseguiam ser mais corujas. Magicamente transformaram-se em aves de rapina de quinta categoria. Elas só não conseguiam ver e nem queriam ver os fatos.


Houve uma revolta no Reino das Corujas e a coruja Telos nos revelou que as Caixas Mágicas foram quase todas destruídas. Muitas corujas tiveram suas vidas destruídas... Além do mais, nos revelou que um homem descobriu esta caixa mágica e ele a proliferou em todos os lares humanos.



A coruja Telos enviou um recado para quem tiver a sorte de ler esta estória. E o recado é o seguinte : CUIDADO COM A CAIXA MÁGICA...



AUTOR: MARCIO GIL DE ALMEIDA
Escrito em 23 de jul de 2016



 Contribuição voluntária e sem valor determinado.

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Conversa de Bicileta

Teólogo e Pedagogo

Em certa cidade, chamada Itapetinga, fora construído um estacionamento para bicicletas. Ali duas bicicletas se conheceram. O nome de uma era Margareth e o nome da outra era Tinga. Todos os dias se encontravam na Av. Itarantim e se deslocavam para o estacionamento do centro da cidade. Os seus proprietários trabalhavam na mesma empresa. Daí a coincidência de se encontrarem na pista e no estacionamento. Certo dia, as duas conversaram e foi a Margareth que começou o diálogo:

-Vejo, como sempre, que chego primeiro que você, Tinga.
- É verdade amiga, mas isto vai mudar um dia. Disse a bicicleta Tinga.

ORTHOS, Um Planetas Sem Nomes (Substantivos)

Marcio Gil de Almeida
Pedagogo e Teólogo

Conta-se  que havia um planeta   chamado Orthos.  Era um planeta sem graça, perplexo, com dificuldade de comunicação, um mundo confuso, um mundo quase mudo e um mundo sem Nomes.

No planeta Orthos havia uma lei que não podia haver criatividade para não destruir  o que já existia. Era um planeta sem nomes ou seja sem Substantivos. Quando uma pessoa queria  se referir a algum objeto, ou a uma pessoa  ou a um  ser,  apenas usava-se o queixo ou  um dedo para tal e tudo isto  era um verdadeiro atraso de vida.  Durante séculos foi assim... Até que três palavras se reuniram para conversar sobre o assunto, as quais foram: Sensatez, Inteligência e Estratégia. Elas travaram um diálogo revolucionário.
- Precisamos de algo mais substancial, algo que promova consistência, disse a palavra Sensatez.

ORIGEM DO TEXTO - Parte I


Todos nós pensamos sobre a origem do texto. Qual seria a sua origem? Pois bem, eu tenho a resposta. Vou contar a verdadeira estória. A estória que todos querem saber... Podem sentar-se, tomarem um delicioso refresco, comerem pipoca e relaxarem. Agora, prestem muita atenção.

Dizem que em um universo paralelo, havia um planeta chamado Ortos. O planeta estava passando por uma crise em seu Meio Ambiente. Os seus habitantes eram profundamente egoístas. Seres de formatos diferentes e com nomes esquisitos. Estes eram as “Letras”. As Letras não conseguiam unir-se para promover a sobrevivência de todas. E foi por isso que um mal estava avançando contra as mesmas. O nome deste mal era “O Terrível Buraco da Incompreensão”. O planeta Ortos estava sendo invadido por raios flamejantes chamados de Estultícias. Os raios fritaram a maior parte das letras, sobrando apenas 26 delas. Para resolver o problema, as Letras reuniram-se em assembléia para buscar a solução. Elas resolveram registrar os nomes das Letras restantes. E assim se fez e os nomes foram registrados, os quais são: A,B,C,D,E,F,G,H,I,J,K,L,M,N,O,P,Q,R,S,T,U,V,W,X,Y e o Z.

O movimento era liderado pelo “A” e pelo “B”. Na reunião, o “A” sugeriu que cada de Letra formasse uma grande base de onde partissem todas as ações para combater “O Terrível Buraco da Incompreensão”. O “S” , a mais sábia das letras, animadamente disse: O nome da base será “Alfabeto”, e isto em homenagem aos ancestrais do “A” e do “B” que eram chamados de Alfa e Beta. Todas ficaram felizes. Entretanto, o “P”, sugeriu que era necessário haver a formação de pequenas equipes que estariam trabalhando contra o Grande Mal. E assim foi feito, e o nome colocado em cada equipe fora “Palavra”.

O Boi da Praça



O Boi da Praça é uma fábula da minha autoria, Marcio Gil de Almeida. Ela explica o surgimento dos monumentos tradicionais que estão na Praça Dairy Walley em Itapetinga.


Teólogo e Pedagogo

Em Itapetinga, uma das praças, chamada Dairy Walley, desde a minha infância é apelidada de Praça do Boi. O motivo para tal apelido são as estátuas impressionantes de um boi, duma vaca e do seu bezerro.

Certo dia assentei-me em um banco para ver mais de perto as estátuas, passei a  ficar deslumbrado com tal arte e em especial a do boi. Deixei escapar uma pergunta: Será que existe uma estória por detrás deste boi e da sua família? Foi quando a praça impregnada de pardais, um momento fabuloso aconteceu. Um pardal, que se identificou com o nome de Fabulino, voou de uma árvore, posou em meu ombro e disse-me:

-Você quer saber a estória deste boi?
-Claro que sim...Respondi para o pardal Fabulino.
-Vou contar o mistério que há. Vou dizer-te o que homem algum sabe. Falou com entusiasmo o pardal Fabulino.
-Conte-me depressa. Disse eu para o pardal Fabulino.

Natureza de Cobra - Fábula

 

 


Conta-se que em certa floresta, havia um número extraordinário de cobras. Estas cobras resolveram eleger uma rainha para elas. Ao passar o tempo,  a Rainha das cobras  resolveu fazer um grande banquete em festejo do seu aniversário.  Ora! Quando se fala em banquete muita comida é necessária. Então, a Rainha das cobras ordenou que todas as cobras formassem um grande circulo e aos poucos fossem fechando para capturarem animais pequenos com finalidade de usarem no banquete. Pois bem, o ciclo foi fechando e aprisionando  todos os animais de pequeno porte e  agradáveis ao paladar das cobras.

As cobras estavam felizes, mas, algo extraordinário aconteceu. Um animal de grande porte, um animal mágico e chamado de Unicórnio, estava dentro do círculo. Daí iniciou um diálogo entre o Unicórnio e a Rainha das cobras.

-Deixa-me sair do círculo. Disse o Unicórnio.
-Não vamos deixar você ir embora. Afirmou a Rainha das cobras.
-Eu sou demasiadamente grande para me comerem. Deixa-me ir. Disse o Unicórnio.
-Nós não vamos deixar você ir embora por que temos o prazer de matar, o prazer de ver a morte, afirmou a Rainha das cobras.

Então unicórnio insistiu...

-Mas, vocês sabem que eu sou um animal mágico? Que toda a floresta depende de mim? Que a floresta irá sofrer muito? Os animais irão sofrer enormemente e muitos sofrerão pela fome que virá? Indagou o Unicórnio.
- Nós não nos importamos com isso. É a nossa natureza. Afirmou a Rainha das cobras.
-Você sabe que, quem mata um Unicórnio será amaldiçoado? Questionou o Unicórnio.
-Nós, não nos importamos com isto. Afinal de contas, nós já somos amaldiçoados. Nós, não nos importamos com maldição alguma. É a nossa natureza. Finalizou a conversa, a majestosa Rainha das Cobras.

Nas árvores haviam aves que assistiam o diálogo. Estas aves, muito preocupadas, clamaram pela libertação do Unicórnio. Todavia, as cobras disseram que "não".

Então, as cobras, às suas centenas, atacaram e mataram o animal mágico, o Unicórnio. Naquele instante, nada aconteceu e parecia que nada iria acontecer. Entretanto, passando alguns dias, a floresta e os animais sem proteção foram atacados por magias malignas e por seres que tinham a missão de destruir a floresta. A aflição da fome alcançou a todos os animais e muitos morreram. As cobras ao verem a destruição e a morte de muitos, não se importaram, pois assim era a sua natureza.

Moral da Estória

Cuidado com as pessoas que têm a natureza de cobra. Nos seus interesses não há escrúpulos, não há piedade, só há o egoísmo e a sua vontade insana.

Quem tem a natureza de cobra, não se importa com a verdade, com a justiça, com o sofrimento alheio e nem com as consequências dos seus atos. Elas são o que são e o que importa é alcançarem os seus objetivos e o que mais gostam, controlarem a todos para o seu bel prazer fútil.

Autoria: Márcio Gil de Almeida

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O REINO DOS URUBUS

Marcio Gil de Almeida

Certa vez, o Urubu Rei, muito insatisfeito com sua vida, disse que não se conformava com a atitude dos outros animais para com a sua espécie. Ele ficava indignado com a expressão facial dos demais animais. A demonstração de nojo para com os urubus era patente. Estar perto de um urubu significava que algo ruim iria acontecer, e aguentar o mau hálito dos urubus era impossível.
            O Urubu Rei tomou uma decisão. Convocou os companheiros e declarou: Vamos mudar a nossa imagem para sermos aceitos pela bicharada.  Para isto vamos mudar nosso hábito alimentar.
Então, houve no Reino dos Urubus uma mudança radical. A imagem mudou e trouxe  vantagens e desvantagens. Os urubus passaram a caçar, e de nojentos, foram transformados em temidos.  E não apenas isto, ganharam inimigos que procuravam oportunidades para atacá-los, pois concorriam no mesmo tipo de alimentação. Passado algum tempo, houve uma reunião e os súditos do Urubu Rei reclamaram que muitos companheiros foram mortos por outros animais.  Diziam:

- Antes, ninguém se interessava por nós e não éramos comidos. Agora, nós também viramos comida. Outra reclamação está com o novo tipo de comida, ela é menos abundante devido à alta concorrência, isto sem falar que caçar é exaustivo.  Perdemos a paz e as carniças estavam se perdendo porque ninguém as queria comer. Estamos com saudades da antiga vida.

O Urubu Rei percebeu que o seu reino estava sendo destruído e resolveu deixar a “boa imagem” de lado e voltaram ao antigo hábito alimentar. Afinal de contas, comer carniça tem muito mais vantagem.


Moral da história:

Não há sabedoria em se viver de  “boa imagem”.
        Não existe coisa melhor do que sermos o que somos.
        A sabedoria nos leva a simplicidade.


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O Reino dos Espinhosos

Marcio Gil de Almeida
Teólogo e Pedagogo

Dizem que em um país muito grande tinha uma espécie muito rara, diferente dos seres humanos e muito racional/emocional. Esta espécie era os Coendou Prehensilis Super que depois com a sua extinção sobrou apenas de uma subespécie irracional, chamada de Coendou Prehensilis. Como o nome é grande e complicado, vou chamá-los de Espinhosos porque eram cheios de espinhos.

Porcos, Lobos e Ovelhas(fábula)


Certa vez, em uma fazenda, os seus animais chegaram à conclusão que precisavam de uma organização administrativa, de terem os seus próprios líderes e terem a sua própria organização política para administrar a vida de todos os animais. Então, eles fizeram uma eleição para um grande Conselho e nesse Conselho foram eleitos os porcos, que andava sempre sujos e cheios de lama. Também, foram eleitos  certos seres que estavam enganando a todos e que eram lobos com pele de cordeiros. 

Durante muito tempo, os porcos e os lobos lideraram aquela comunidade de animais. Os  porcos roubava os alimentos de outros animais e quem os denunciavam, eram punidos severamente. Os lobos devoravam outros animais e quem os acusassem, eram punidos com a morte.

Ao passar o tempo, foram realizadas outras eleições. Como dantes, foram eleitos porcos e lobos com pele de Cordeiros. Mas, agora, fora incluída uma única ovelhinha. Era uma ovelhinha linda e com seus pêlos branquinhos. Eles tomaram posse dos seus cargos e passaram a trabalhar.

O tempo passou, os antigos membros do conselho, porcos e lobos, perceberam que a ovelhinha era diferente e que estava incomodando demais. Lobos e porcos passaram a trabalhar para se livrarem da ovelhinha. Então, um dos porcos, sujo de lama tocou na ovelhinha sujando um pouco seus pêlos brancos. E como porcos e lobo já tinham combinados, passaram a atacar a pobre da ovelha.

Os porcos começaram a gritar: você é imunda, você desprezível, você é intolerante, você não tem articulação  com este grande Conselho de Magistrados e nós não aceitamos a sua intolerância.  

Os lobos, por sua vez, com peles de cordeiros, começaram a acusar ovelhinha: É você que anda por aí devorando os outros animais. É você, sim. Já me disseram que foi você... É você que tem cara de ser grande devoradora de animais.

Aí, então, toda comunidade só fazia assistir e não tomaram nenhuma atitude! Depois que os porcos e os lobos acabaram com a moral da ovelhinha, a devoraram. O próximo passo foi o  desaparecimento de toda aquela comunidade de animais com a sua destruição total.

Moral da história:

Quando o homem do bem não age, o mal domina e destrói a tudo e a todos.

Quando não se luta pela justiça, a injustiça impera e o mal vence.

Quando ficamos do lado de quem rouba e destrói, com nossa omissão, todos são atingidos.


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O Pequeno Vaso

Teólogo e Pedagogo
Certa vez em um quartinho, onde se guardava ferramentas diversas e entre elas o balde de alumínio, vasos de barros, enxadas, pares, martelos, facões, serrotes etc. Diante tantas ferramentas que se encontrava ali, um um pequeno e simples vaso de barro. Todos estavam envolvidos numa grande construção. Todos tinham achado os seus lugares, todos… menos um: o Pequeno Vaso de Barro. Ele era delicado, com um formato diferente, encostado no canto, que em nenhuma ocasião era lembrado.
O Pequeno Vaso, empoeirado e esquecido pelos obreiros, sofria costumeiramente de zombarias e de desprezo pelos companheiros do quartinho. Muito tempo se passou e a obra terminou… A construtora começou recolher todos os equipamentos, ferramentas e materiais. Uma das últimas coisas a ser colocadas no caminhão seria o Pequeno Vaso. Digo, seria posto no caminhão porque no momento do ocorrido, apareceu o Decorador do novo edifício e achou interessante o Pequeno Vaso e pediu o mesmo ao seu proprietário. O dono da construtora olhou para o Pequeno Vaso e pensou: “Vou dá-lo, a final de contas para mim não tem serventia alguma.”
O Decorador pegou o Pequeno Vaso, o limpou, pintou e colocou nele uma flor dourada com estilo de alto padrão artístico. O Pequeno Vaso foi colocado no principal salão e passado muito tempo de exposição e em destaque, foi considerado como parte integrante do patrimônio cultural da cidade.
LIÇÃO
Queridos a vida muitas vezes nos coloca em posição de zombaria e descrédito. Todavia, até os pequenos, frágeis e sem expressão têm o seu valor e o seu lugar. Deus te ama e tem um plano para sua vida. Valorize o que você é, mesmo que seja um Pequeno Vaso. Quem sabe por ser tão diferentes estará em destaque quando a oportunidade chegar. Há lugares e grupos que nos destroem e há outros que nos honram. Continue sendo o que você é e no momento certo deixará a sua marca na história.
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Certa vez em um quartinho, onde se guardava ferramentas diversas e entre elas o balde de alumínio, vasos de barros, enxadas, pares, martelos, facões, serrotes etc. Diante tantas ferramentas que se encontrava ali, um um pequeno e simples vaso de barro. Todos estavam envolvidos numa grande construção. Todos tinham achado os seus lugares, todos... menos um: o Pequeno Vaso de Barro. Ele era delicado, com um formato diferente, encostado no canto, que em nenhuma ocasião era lembrado.
O Pequeno Vaso, empoeirado e esquecido pelos obreiros, sofria costumeiramente de zombarias e de desprezo pelos companheiros do quartinho. Muito tempo se passou e a obra terminou... A construtora começou recolher todos os equipamentos, ferramentas e materiais. Uma das últimas coisas a ser colocadas no caminhão seria o Pequeno Vaso. Digo, seria posto no caminhão porque no momento do ocorrido, apareceu o Decorador do novo edifício e achou interessante o Pequeno Vaso e pediu o mesmo ao seu proprietário. O dono da construtora olhou para o Pequeno Vaso e pensou: “Vou dá-lo, a final de contas para mim não tem serventia alguma.”

O Mistério das Meias Impares



Autoria
Marcio Gil de Almeida

No mundo todo existe uma perplexidade e desta forma surge uma pergunta com um teor de indignação e de falta de explicação. Estou falando, no que concerne, quando todas às vezes vamos ao guarda-roupa e só encontramos uma meia do par e que a outra deveria estar lá. Mas, sempre tem uma meia faltando e não tem o porquê. E aí, buscando a resposta, finalmente encontrei. É difícil de acreditar, mas é a verdade. Vou passar a contar a misteriosa estória dos seres Ímpares.

Conflito entre a Estrela e o Satélite




Autoria - Marcio Gil de Almeida

Certo dia, o Sol irritado, falou o que não devia com a Lua.  A reação do Lua foi o esperado e isto gerou um conflito. Um conflito entre uma Estrela e o um Satélite é um desgaste com conseqüências gravíssimas. Ninguém deseja conflitos, mas eles acontecem... Os conflitos deixam marcas e lições. O pior que pode acontecer de um conflito é ser insolúvel. Agora, vamos contar a estória do conflito.

O Sol e a Lua estavam em seu trabalho normal, quando o Sol chamou a atenção do Lua e disse:
-Estive observando como a humanidade gosta de ti.
-Realmente gostam muito de mim. Mas, você não fica longe... Afirmou a Lua.
-É claro que os humanos gostam mais de você. Se estiverem apaixonados, se amam ao luar. Se quiserem se divertir e festejarem em grupo, o fazem à noite quando impera Vossa Excelência. Disse o Sol.
-Acredito que o amigo está com ciúmes sem motivos, porque sem ti não haveria vida na terra. Novamente, falou a Lua.
-Você Lua, só brilha com a minha luz e não tem valor sem mim. A humanidade deveria gostar mais de mim do que de você. Falou o Sol.
-Sol, você é um chato, um mala sem alça, ciumento, confusento, louco etc. Está incomodado, siga o adágio dos humanos: “Os incomodados que se mudem”. Irritado e em alta voz, respondeu a Lua.

 O Sol ficou muito irado com a palavra da Lua. Pensou em brilhar em outra galáxia ou de não emitir a sua luz por um tempo. Pensou até mesmo em liberar calor de tamanha intensidade que iria queimar todo o sistema solar. Verdadeiramente, o coração do Sol ficou mais quente do que o normal. Voltemos à estória.

O REINO DOS MACACOS



Conta-se que a milhões e milhões de anos atrás, havia outra civilização que era dominante no planeta Terra: Era o Reino dos Macacos. Um reino mágico onde tudo era possível. Todas as coisas viviam em harmonia. Era o céu que homens sempre desejaram. Mas, o que aconteceu para este reino não mais existir?

O Leão e o Tigre



Quando o leão foi eleito o rei dos animais, o tigre ficou muito irritado por não ter vencido, pois tinha ficado somente em segundo lugar, resolvendo assim armar contra ele.
O tigre convidou o leão para jantar em sua casa, pois iria pôr veneno na comida dele. Como tinha ganhado o segundo lugar, com a morte do leão, ele governaria. Ao chegar a casa do tigre, o leão sentou-se à mesa à espera de comida.
Aconteceu o seguinte: quando o tigre vinha com o jantar, atrapalhou-se, trocou os pratos e acabou envenenado.

MORAL: Nunca sinta inveja de ninguém, pois isso não leva ao melhor caminho.

Lídia Mara de Carvalho Pinheiro

Fonte http://fabulasmanuelsatiro.blogspot.com.br/2008/01/o-leo-e-o-tigre.html

A Amoreira - Leonardo da Vinci

Ouça o áudio da fábula
A Amoreira - Fábula de Leonardo da Vinci


A pobre amoreira não suportava mais aquilo. Agora, que seus galhos estavam novamente carregados de amoras, os insolentes melros bicavam e estragavam todos os ramos com o bico e com as patas.

– Por favor – suplicou a amoreira, dirigindo-se ao melro mais importuno – poupe ao menos minhas folhas. Sei que vocês gostam muito dos meus frutos, que são seus preferidos. Porém não me privem da sombra de minhas folhas, que me protegem contra os raios do Sol. E não me estraguem com as patas, não arranquem minha casca macia.
                             Imagem de uma amoreira
A essas palavras o melro, ofendido, respondeu:

– Silêncio, sua mal-educada! Você não sabe que a natureza fez você produzir essas frutas apenas para me alimentar? Não sabe, sua estúpida, que quando chegar o inverno você vai servir apenas para alimentar o fogo?

Ao ouvir essas palavras a amoreira pôs-se a chorar baixinho.Algum tempo depois o insolente melro caiu numa armadilha preparada por um homem. A fim de construir uma gaiola para o pássaro, o homem cortou os galhos de uma sebe, e coube à amoreira fornecer a madeira para as barras da gaiola.

– Oh! Melro, disse a amoreira – ainda estou aqui. Quando você era livre vinha me importunar, e agora são meus galhos que impedem sua liberdade. Ainda não fui consumida pelo fogo, como você disse que ia acontecer. Você não me viu queimada, mas eu estou vendo você prisioneiro.


Leonardo da Vinci
Fonte https://contosdocovil.wordpress.com/2008/05/17/a-amoreira/

O Touro e a Cabra


Autor: Site de Dicas, Esopo


Não é digno de confiança quem vive à sombra dos outros...

A arma do Covarde é a sombra que o oculta...

Certa vez, um Touro, fugindo da perseguição de um feroz Leão, se escondeu numa caverna que os Pastores costumavam usar para abrigar seus rebanhos durante as tempestades ou ao cair da noite.

Ocorre que um desses animais, uma Cabra, que estava escondida na parte de trás da gruta, se achando dona do lugar, tão logo viu o Touro entrar, distraído que estava, extenuado e tentando se recuperar do tremendo susto que levara, aproveitando-se da situação, pelas costas, covardemente o atacou dando-lhe marradas com seus chifres.