ORIGEM DO TEXTO - Parte I
Todos nós pensamos sobre a origem do texto. Qual seria a sua origem? Pois bem, eu tenho a resposta. Vou contar a verdadeira estória. A estória que todos querem saber... Podem sentar-se, tomarem um delicioso refresco, comerem pipoca e relaxarem. Agora, prestem muita atenção.
Dizem que em um universo paralelo, havia um planeta chamado Ortos. O planeta estava passando por uma crise em seu Meio Ambiente. Os seus habitantes eram profundamente egoístas. Seres de formatos diferentes e com nomes esquisitos. Estes eram as “Letras”. As Letras não conseguiam unir-se para promover a sobrevivência de todas. E foi por isso que um mal estava avançando contra as mesmas. O nome deste mal era “O Terrível Buraco da Incompreensão”. O planeta Ortos estava sendo invadido por raios flamejantes chamados de Estultícias. Os raios fritaram a maior parte das letras, sobrando apenas 26 delas. Para resolver o problema, as Letras reuniram-se em assembléia para buscar a solução. Elas resolveram registrar os nomes das Letras restantes. E assim se fez e os nomes foram registrados, os quais são: A,B,C,D,E,F,G,H,I,J,K,L,M,N,O,P,Q,R,S,T,U,V,W,X,Y e o Z.
O movimento era liderado pelo “A” e pelo “B”. Na reunião, o “A” sugeriu que cada de Letra formasse uma grande base de onde partissem todas as ações para combater “O Terrível Buraco da Incompreensão”. O “S” , a mais sábia das letras, animadamente disse: O nome da base será “Alfabeto”, e isto em homenagem aos ancestrais do “A” e do “B” que eram chamados de Alfa e Beta. Todas ficaram felizes. Entretanto, o “P”, sugeriu que era necessário haver a formação de pequenas equipes que estariam trabalhando contra o Grande Mal. E assim foi feito, e o nome colocado em cada equipe fora “Palavra”.
Fábulas e Ilustrações no Capricho
1. Fábulas I
2. Fábulas e Ilustrações no Capricho
3. Sermões edificantes I
4. Sermões edificantes III
5. Revelação de Levítico I
6. Revelação de Levítico II
7. Revelação de Levítico III
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Marcio Gil de Almeida
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Natureza de Cobra - Fábula
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O REINO DOS URUBUS
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O Reino dos Espinhosos
Porcos, Lobos e Ovelhas(fábula)
Certa vez, em uma fazenda, os seus animais chegaram à conclusão que precisavam de uma organização administrativa, de terem os seus próprios líderes e terem a sua própria organização política para administrar a vida de todos os animais. Então, eles fizeram uma eleição para um grande Conselho e nesse Conselho foram eleitos os porcos, que andava sempre sujos e cheios de lama. Também, foram eleitos certos seres que estavam enganando a todos e que eram lobos com pele de cordeiros.
Ao passar o tempo, foram realizadas outras eleições. Como dantes, foram eleitos porcos e lobos com pele de Cordeiros. Mas, agora, fora incluída uma única ovelhinha. Era uma ovelhinha linda e com seus pêlos branquinhos. Eles tomaram posse dos seus cargos e passaram a trabalhar.
O tempo passou, os antigos membros do conselho, porcos e lobos, perceberam que a ovelhinha era diferente e que estava incomodando demais. Lobos e porcos passaram a trabalhar para se livrarem da ovelhinha. Então, um dos porcos, sujo de lama tocou na ovelhinha sujando um pouco seus pêlos brancos. E como porcos e lobo já tinham combinados, passaram a atacar a pobre da ovelha.
Aí, então, toda comunidade só fazia assistir e não tomaram nenhuma atitude! Depois que os porcos e os lobos acabaram com a moral da ovelhinha, a devoraram. O próximo passo foi o desaparecimento de toda aquela comunidade de animais com a sua destruição total.
Moral da história:
Quando o homem do bem não age, o mal domina e destrói a tudo e a todos.
Quando não se luta pela justiça, a injustiça impera e o mal vence.
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O Jumento Alado e o Rei Leão
Conta-se que numa floresta, os animais tinham uma sociedade organizada.
Nela havia uma organização social, política, econômica e jurídica. Era uma
sociedade democrática com seus poderes legislativo, judiciário e executivo.
Apesar que houvesse toda essa modernidade a magia jamais separou da mesma. Esta
era a sociedade dos animais daquela floresta.
A suprema corte daquela sociedade era formada apenas por coruja especiais e
eram corujas que passavam por um processo muito rígido para ser juízes. Cada
coruja tinha sua própria capa mágica que ajustava ao corpo de quem a levava,
crescendo ou diminuindo o tamanho.
Certo dia, uma das corujas da Corte estava com muita fome e não conseguiu
esperar anoitecer para caçar. Ao sair durante o dia ensolarado para caçar, os
raios solares ofuscaram sua visão e a coruja chocou-se com um rochedo que a
levou a morrer instantaneamente. A sua capa saiu a flutuar e pousou sobre os lombos
de um jumento. A capa automaticamente ajustou-se ao tamanho do jumento,
mostrando toda sua imponência.
Para ser juiz da suprema corte seria necessário ser coruja e passar pelo um grande processo de
avaliação. O jumento não aceitou devolver a capa e por meio da força, tornou-se
o primeiro juiz da Suprema Corte. Ele ficou muito feliz, andava saltitante,
mostrava a sua capa e não parava de relinchar. Ficou tão feliz que colocou um
nome para si mesmo: O Jumento Alado.
O Jumento Alado andava pela floresta e os outros animais não paravam de
estranhar por ver um jumento ser juiz da suprema conte deles. O Jumento Alado
não estava nem aí para eles e começou o seu trabalho de magistrado. Ora tomava
decisões corretas e muitas vezes tomava decisões esdrúxulas.
O novo juiz, o Jumento Alado, aparentemente não tinha nada de burro. Vendo ele,
ser único da sua espécie pertencente à corte, burlou as leis e conseguiu levar
mais outro jumento. Esse jumento tinha uns olhos esquisito, parecendo olhos de
morcego e tinha um costume muito estranho. Ele ficava diante das árvores
coçando a cabeça, pensando que iria sair algo pontiagudo da sua cabeça... Ele
coçava tanto que não havia mais pelos sobre a sua cabeça. Era um jumento
careca.
O Jumento Alado ganhou fama e com a fama vinha, também, a fofocas. Conta-se
até, que na beira da lagoa, o macaco, o sapo e a raposa falavam do estranho
juiz. O macaco falou:
-Esse jumento juiz, chama a si mesmo de Jumento Alado. Mas, eu não sei não... O
nome para ele parece ser mais apropriado: o Jumento Alegre.
A Raposa estranhou e o sapo só faziz: ploc, ploc. A raposa falou:
-Explique melhor, macaco.
-Quando outro jumento fica perto dele, o mesmo fica todo feliz e arrepiado...
- Vocês não sabem é de nada...Disse a raposa. Antes dele viver entre nós. Este
dito Jumento Alado vivia entre os homens. Ele era propriedade de um homem que
ferrava os seus animais com ferro meio estranho. Esse ferro deixa marca nos
animais como se fossem duas mãos humanas com nove dedos. É por isso que o nome
dele quando chegou aqui, era o Jumento dos Nove Dedos.
Enquanto isso, o sapo só olhava e fazia: ploc, ploc, ploc...
O Jumento Alado tinha o maior orgulho do seu relincho. E por isso ele ia aos
lugares mais altos da floresta e relinchava até cansar. Ele fez alianças
políticas com políticos nem um pouco bem vistos e com interesses suspeitos e os
mesmos tinham o nome sujo na Corte Suprema.
Tudo ia muito bem nos projetos do Jumento Alado. Até que, em uma das eleições
para supremo líder da nação, foi eleito um animal diferente: um leão... E todos
os chamavam de O Rei Leão. Os animais adoravam aquele novo líder. Ficaram
apaixonado pela juba e do rugido daquele leão. Isto trouxe uma grande inveja e
uma indignação muito grande da parte do Jumento Alado.
O Jumento Alado passou a tramar contra o Rei Leão, para tirá-lo do cargo e
ainda o destruir. E não apenas o Rei Leão, mas a todos quantos estivessem do
lado do mesmo. O Jumento Alado fazia todo tipo de conspiração política e
jurídica contra o Leão e a crise se tornou cada vez mais acirrada, a ponta dos
animais da floresta se juntarem com Rei Leão para defendê-lo.
Passado o tempo, O Jumento Alado, acreditou que estava vencendo a guerra contra
o Rei Leão. Então, ele foi até a presença do rei Leão para escarnecer perante toda a população. O Jumento Alado,
relinchava sem parar na frente do Rei Leão, com movimento ameaçadores e
declarando a sua vitória sobre ele. O Rei Leão estava assentado com
tranquilidade ao lado da sua amada esposa, a Leoa. Ele levantou, deu um grande
rugido e com só um movimento, deu uma patada no jumento, que o mesmo caiu morto
ao chão.
Moral da fábula:
Jumento alado que relincha na frente do leão,
Conhecerá o rugido e a pata do leão
Jumento alado que enfrenta leão,
Comida será na boca do leão.
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O Pequeno Vaso
Certa vez em um quartinho, onde se guardava ferramentas diversas e entre elas o balde de alumínio, vasos de barros, enxadas, pares, martelos, facões, serrotes etc. Diante tantas ferramentas que se encontrava ali, um um pequeno e simples vaso de barro. Todos estavam envolvidos numa grande construção. Todos tinham achado os seus lugares, todos… menos um: o Pequeno Vaso de Barro. Ele era delicado, com um formato diferente, encostado no canto, que em nenhuma ocasião era lembrado.
O Pequeno Vaso, empoeirado e esquecido pelos obreiros, sofria costumeiramente de zombarias e de desprezo pelos companheiros do quartinho. Muito tempo se passou e a obra terminou… A construtora começou recolher todos os equipamentos, ferramentas e materiais. Uma das últimas coisas a ser colocadas no caminhão seria o Pequeno Vaso. Digo, seria posto no caminhão porque no momento do ocorrido, apareceu o Decorador do novo edifício e achou interessante o Pequeno Vaso e pediu o mesmo ao seu proprietário. O dono da construtora olhou para o Pequeno Vaso e pensou: “Vou dá-lo, a final de contas para mim não tem serventia alguma.”
O Decorador pegou o Pequeno Vaso, o limpou, pintou e colocou nele uma flor dourada com estilo de alto padrão artístico. O Pequeno Vaso foi colocado no principal salão e passado muito tempo de exposição e em destaque, foi considerado como parte integrante do patrimônio cultural da cidade.
LIÇÃO
Queridos a vida muitas vezes nos coloca em posição de zombaria e descrédito. Todavia, até os pequenos, frágeis e sem expressão têm o seu valor e o seu lugar. Deus te ama e tem um plano para sua vida. Valorize o que você é, mesmo que seja um Pequeno Vaso. Quem sabe por ser tão diferentes estará em destaque quando a oportunidade chegar. Há lugares e grupos que nos destroem e há outros que nos honram. Continue sendo o que você é e no momento certo deixará a sua marca na história.
- See more at: http://tribunadeitapetinga.com.br/o-pequeno-vaso/#sthash.Q6VtpG8X.dpufCerta vez em um quartinho, onde se guardava ferramentas diversas e entre elas o balde de alumínio, vasos de barros, enxadas, pares, martelos, facões, serrotes etc. Diante tantas ferramentas que se encontrava ali, um um pequeno e simples vaso de barro. Todos estavam envolvidos numa grande construção. Todos tinham achado os seus lugares, todos... menos um: o Pequeno Vaso de Barro. Ele era delicado, com um formato diferente, encostado no canto, que em nenhuma ocasião era lembrado.
O Pequeno Vaso, empoeirado e esquecido pelos obreiros, sofria costumeiramente de zombarias e de desprezo pelos companheiros do quartinho. Muito tempo se passou e a obra terminou... A construtora começou recolher todos os equipamentos, ferramentas e materiais. Uma das últimas coisas a ser colocadas no caminhão seria o Pequeno Vaso. Digo, seria posto no caminhão porque no momento do ocorrido, apareceu o Decorador do novo edifício e achou interessante o Pequeno Vaso e pediu o mesmo ao seu proprietário. O dono da construtora olhou para o Pequeno Vaso e pensou: “Vou dá-lo, a final de contas para mim não tem serventia alguma.”
O Mistério das Meias Impares
Autoria
Marcio Gil de Almeida
No mundo todo existe uma perplexidade e desta forma surge uma pergunta com um teor de indignação e de falta de explicação. Estou falando, no que concerne, quando todas às vezes vamos ao guarda-roupa e só encontramos uma meia do par e que a outra deveria estar lá. Mas, sempre tem uma meia faltando e não tem o porquê. E aí, buscando a resposta, finalmente encontrei. É difícil de acreditar, mas é a verdade. Vou passar a contar a misteriosa estória dos seres Ímpares.
Conflito entre a Estrela e o Satélite
ORTHOS, Um Planetas Sem Nomes (Substantivos)
Conta-se que havia um planeta chamado Orthos. Era um planeta sem graça, perplexo, com dificuldade de comunicação, um mundo confuso, um mundo quase mudo e um mundo sem Nomes.
No planeta Orthos havia uma lei que não podia haver criatividade para não destruir o que já existia. Era um planeta sem nomes ou seja sem Substantivos. Quando uma pessoa queria se referir a algum objeto, ou a uma pessoa ou a um ser, apenas usava-se o queixo ou um dedo para tal e tudo isto era um verdadeiro atraso de vida. Durante séculos foi assim... Até que três palavras se reuniram para conversar sobre o assunto, as quais foram: Sensatez, Inteligência e Estratégia. Elas travaram um diálogo revolucionário.
Assembleia das Arvores
Por Marcio Gil de Almeida
As
árvores estarrecidas e chocadas pela destruição implacável e mortes de
muitas de suas irmãs e da estupidez dos filhos de Adão. Resolveram que
deveriam reunir e conversar sobre o assunto. Nesta reunião, a tristeza, a
dor, a desolação e a revolta eram patentes no ambiente discursivo. No
ano de 1950, no dia vinte e um, do mês de setembro, foram registrados na
ata da Assembléia das Árvores, os ocorridos.Marcio Gil de Almeida
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Marcio Gil de Almeida (Cos.Tv)
Geografia Hoje
Marcio Gil de Almeida
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Palavra Para Cristãos
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