Estive lendo este texto que aqui transcrevo para mostra a doutrinação socialista/comunista com as mentiras e manipulações nas salas de aula em certas escolas. Estou falando de apenas de um dos livros... Este livro distorce a realdade e a história. O livro com tal conteúdo tira do aluno o direito de ter liberdade em ser educado com informações fidedignas e neutras. Estão transformando nossas crianças em comunistas desde o inicio da educação, sem falar da apologia ao homossexualismo. Não sei se este livro está sendo adotado em Itapetinga, mas mostra o fato que estão trabalhando em todas as frentes para acabarem com a democracia e implantarem a ditadura comunista. Esta questão do Livro de Geografia – Espaço e Vivência – 8º ano e várias outras situações que estão ocorrendo no Brasil, só começaram a ocorrer quando Lula e Dilma do PT, assumiram este Brasil. O sistema comunista já demonstrou ser inviável e cruel. Nele, na sua implantação e manutenção, na União Soviética, calcula-se que foram assassinados em torno de 40 milhões e na China a estimativa chega em torno de 70 milhões de pessoas assassinadas. O interessante é que Dilma lutou contra uma Ditadura Militar no Brasil com apoio de Cuba para derrubá-la e implantar a ditadura comunista no Brasil, o que a "Comissão Nacional da Verdade (CNV)" confirmou, em seu relatório final que a Ditadura Militar no Brasil teve 434 mortes e desaparecimentos de vítimas. Entre essas pessoas, 210 são desaparecidas. Toda ditadura é errada, mas os números mostram que o Socialismo/Comunismo é uma barca furada e um caminho de dor, decepção e destruição.
Vamos agora o Texto ESCRITO POR KLAUBER CRISTOFEN PIRES.
Senhores pais e mães, senhores professores probos! Ajudem a denunciar este livro.
O problema da doutrinação ideológica nas escolas ainda se apresenta como um grande desafio a ser vencido. Afora a entidade Escola sem Partido e uns poucos pais atentos, praticamente nada mais tem servido de obstáculo à sanha de autores e professores inescrupulosos, que se valem da confiança dos genitores e da ingenuidade dos estudantes para influenciá-los com suas doutrinas espúrias, a fim de torná-los futuros “agentes de transformação social”.

Necessária se faz a união decidida dos responsáveis familiares para que revertamos este que a meu ver se trata de escandaloso crime: influenciar crianças desde a tenra idade. Ressalto que o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei Nº 8.069/1990) lhes prevê a proteção integral, “assegurando-se-lhes, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade” (Art. 3º). E que “Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais” (Art. 5º).
Os autores de livros didáticos, as instituições de ensino e os professores que se acumpliciam no mister de conduzir de forma tendenciosa a educação das crianças, visando com isto concretizar seus projetos políticos; agem de forma deliberada e consciente, portanto dolosa, pois usam de uma notória posição de superioridade e muito pior do que isto, de uma relação de confiança, para melifluamente incutir nos jovens de cabeça tenra a sua próprias concepções de mundo tais como postulados fossem.
A criança tem o direito de receber a informação isenta, ampla e intelectualmente honesta. Aliás, qualquer cidadão em qualquer idade tem este direito, senão que afirmo haver muito maior ênfase no que toca aos primeiros, obviamente, por se encontrarem em situação de especial fragilidade.
Há quem dissemine por aí que nenhum discurso há de ser plenamente isento, e que qualquer palestrante busca conquistar os seus ouvintes segundo suas convicções, mesmo que sem perceber. Trata-se de maliciosa camuflagem. O educador – o autor do livro didático ou o professor tem o dever de apresentar e explicar fidedignamente as diferentes correntes sobre fatos controversos, por mais simpática que lhe possa parecer uma em particular. O educador pode até defender este ou aquele ponto de vista sobre qualquer assunto, mas se falsifica ou omite fatos e versões, ou mesmo se apresenta suas convicções pessoais como verdades axiomáticas, então está a agir de forma intelectualmente desonesta, e isto é objetivamente demonstrável.
É o caso do livro didático Geografia – Espaço e Vivência- 8º ano - Atual Editora – Editora Saraiva, 2011 - de LevonBoligian, Rogério Martinez, Wanessa Pires Garcia Vidal e Andressa Turcatel Alves Boligian.
No Capítulo 2, à página 26, os autores estatuem:
“Nas sociedades capitalistas, a acumulação de capital torna-se possível porque há duas classes ou grupos sociais distintos: os capitalistas e os trabalhadores. Assim, a divisão do trabalho é baseada nessas classes sociais, e não no sexo ou na idade, como ocorre nas sociedades nômades e agrícolas que examinamos. Essa característica é chamada pelos estudiosos de “divisão social do trabalho.”