Teólogo e Pedagogo
Texto escrito em 2013

Às vezes as pessoas com clareza se deixam levar por posicionamentos preconceituosos. Há profissionais em todos os meios que são tendenciosos. Ás vezes isto ocorre em apenas uma situação ou simplesmente em um único assunto. No Brasil já vi profissionais tendenciosos em várias áreas, seja no jornalismo, na justiça (promotoria), na psicologia, na educação etc.. Temos medo de falar sobre isto devido o perigo de ser processado, pois especialmente, a sociedade não sabe como mexer nas burocracias da justiça ou do poder público. E criticar alguém do poder judiciário, o medo é maior ainda. Sabemos que medo é uma coisa e respeito é outra... O custo com advogado particular é caro, os defensores público, nem sempre têm da população a confiança plena. Eu me lembro de atitudes absurdas e espantosas de certos promotores envolvendo evangélicos e fico a perguntar se eles não estavam sendo preconceituosos ou cristofóbicos. Dou como exemplo, baseado nas notícias de jornais, o caso de uma criança que se suicidou na escola. Ela era evangélica e ela quis imitar o desenho animado de Pica-pau que dava tiro na cabeça, mas não morria, logicamente, porque era um desenho animado. Ora, a criança deu tiro na sua cabeça e como não era desenho animado, faleceu. Neste caso ninguém foi indiciado pela tragédia. No entanto, a criança se suicidou na escola e a promotoria não ficou de investigar o que escola estava ensinando, se o menino estava sofrendo violência na escola ou nas ruas fora da escolar ou fora da sua residência. A promotoria levantou suspeita e ficou de investigar o que a família do garoto estava ensinando em casa e o que a Igreja Assembléia de Deus estava ensinando no seu templo às crianças para quem sabe descobrir o motivo do suicídio da criança.







